Saio de minhas estranhezas e invado toda vizinhança da minha consciência.



Tenho a mania de ficar me esbarrando no indizível."
E como navegar em um veleiro em meio à tempestade.
Atravesso percorrendo espaços desconhecidos, águas profundas baseando atmosferas inatingíveis 
E como o vazio de uma existência ainda não tocada pela natureza 
Então, eu abro uma folha em branco, imagino o infinito e saio pintando com aquarela e avançando todos os limites de minha pele.
Saio de minhas estranhezas e invado toda vizinhança da minha consciência. 
Encontro enfim o grande Mar

Mergulho em mim sem saber nadar.
Ali descanso em silêncio.
Escuto a voz do vento, a chuva desaba no coração. Trovões de pensamentos me ferem...velejo devagar. Então, tudo emerge como a aurora boreal.
Toda cidade aparece, as ilhas estão em paz.
Desço na estação e chego onde sempre sonhei.
Verbo infinito
Movimento delineador primaveras


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